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dietas para emagrecer rápido e perder barriga

10 Dietas Para Emagrecer Rápido E Perder Barriga

Hoje em dia, é simplesmente imenso o número de dietas que existem, muitas das quais são bastante parecidas, com a diferença de terem nomes distintos, devido aos seus precursores.

De qualquer forma, a melhor forma de escolher qual é o melhor cardápio para você é conhecendo quais são algumas das mais famosas dietas para emagrecer rápido e perder barriga.

Veja:

1. Dieta Dukan

dieta dukan

A Dieta Dukan é bastante famosa e foi desenvolvida pelo médico francês Dr. Pierre Dukan, sendo que resumidamente a perda de peso é promovida pela quase eliminação dos carboidratos. Assim, são ingeridos mais alimentos que são fontes de proteína e para facilitar a sua adaptação conta com três fases.

Na primeira, a de ataque, o adepto come apenas fontes de proteínas, sendo proibidos todos os carboidratos, o que inclui os doces e vegetais. É possível comer todos os tipos de carnes magras (vermelhas, frango e peixe), ovos cozidos, peito de peru, iogurte natural, leite semidesnatado e queijo cottage.

perder-peso-em-21-dias-dietaNo entanto recomenda-se uma colher e meia de farelo de aveia por dia. Essa fase pode durar até sete dias, tudo depende de quanto se quer emagrecer. A fase de cruzeiro é a segunda, quando entra no cardápio alguns legumes e verduras, além de gelatina. Essa fase também pode durar uma semana.

A terceira e última fase, de consolidação, é quando além dos alimentos já citados, é possível acrescentar duas porções de frutas, uma de queijo e duas fatias de pão integral. Já os carboidratos integrais podem entrar duas vezes por semana.

Pode-se ainda ter duas refeições livres. Essa fase deve durar 10 dias para cada quilo que o adepto precisa perder.

 

2. Dieta da proteína

Dieta da proteína

A Dieta da proteína se assemelha à Dieta Dukan, uma vez que o seu objetivo é perder peso por meio da redução dos carboidratos e do aumento do consumo de alimentos ricos em proteínas.

Outra semelhança é que se deve optar pela ingestão de alimentos pobres em gordura. Porém, é preciso alertar que o fato de não comer carboidratos pode causar alguns efeitos colaterais.

Entre eles, dor de cabeça, fraqueza, tremedeira, tontura, irritabilidade e outros. A questão é que as pessoas em geral estão muito costumadas a comer carboidrato e reduzir repentinamente o seu consumo pode ser prejudicial à saúde. Nesse sentido, é possível diminuir gradativamente o consumo de alimentos ricos em carboidratos.

Você também pode dar preferência aos integrais, como trigo, arroz, centeio e aveia, entre outros, que são muito mais saudáveis e nutritivos. Além disso, quem possui propensão a problemas nos rins não deve consumir em excesso fontes de proteína.

 

3. Dieta da Sopa

Dieta da Sopa

A Dieta da Sopa é outro método bastante restritivo quando levada ao pé da letra, pois exige que o seu adepto apenas consuma sopa por uma semana. Em alguns dias, é possível comer frutas e em outros dias dá para incluir batata ao cardápio. No entanto, devido à redução de carboidratos da dieta é outro método que provoca uma série de efeitos colaterais.

Mas é possível aprender muito com essa dieta, como a importância das sopas para o organismo. Mesmo sem seguir a dieta de forma radical você pode incluir as mais diversas sopas no seu dia a dia, inclusive, quando estiver frio. Essas receitas são eficientes para emagrecer porque podem ser pouco calóricas e extremamente nutritivas.

É o caso do carro chefe da dieta da sopa, a sopa de legumes, que conta com toda a variedade de legumes, os quais são muito saudáveis e nutritivos, com a vantagem que mesmo depois de cozidos o seu valor nutricional não se perde porque fica na água.

 

4. Dieta cetogênica

Dieta cetogênica

Mais uma vez essa é uma dieta de redução dos carboidratos, mas aqui a ideia é eliminá-los totalmente. Sabe-se que depois de três dias em média que a pessoa não ingere nada de carboidratos, que é a fonte de energia principal do seu organismo, o corpo começa a queimar a gordura acumulada, tornando-a a fonte de energia primária, o que se chama de cetose.

Porém, assim como as demais dietas sem carboidratos, a Dieta cetogênica possui efeitos colaterais. Além disso, alimentos com boas gorduras são bem vindos, uma vez que esse nutriente é importante para os resultados positivos do método. Seus adeptos, entretanto, afirmam que o melhor é tornar a dieta constante, como um estilo de vida.

 

5. Dieta do carboidrato

Dieta do carboidrato

A Dieta do carboidrato, também chamada de low carb, é bastante semelhante à Dieta cetogênica, com a diferença que aqui é possível ingerir carboidrato, mas com muita moderação. Além disso, indica-se que apenas sejam consumidos os carboidratos complexos, ou seja, os integrais.

Vale dizer ainda que os vegetais também possuem carboidrato, alguns mais do que outros, e por isso, ao iniciar uma dieta que reduz em muito o seu consumo é preciso limitar ainda a ingestão de alguns vegetais com maior teor de carboidratos. Por outro lado, legumes, verduras e frutas possuem muitos minerais e vitaminas, essenciais ao bom funcionamento do corpo.

 

6. Dieta líquida

Dieta liquida

A Dieta líquida, como diz o nome, prioriza os alimentos na sua versão líquida. Os sucos, shakes, vitaminas, chás e sopas são alimentos extremamente saudáveis, no entanto, fazer uma dieta apenas bebendo os alimentos não é o mais indicado à saúde.

Por outro lado, é possível acrescentar ao seu cardápio os shakes nutritivos, os sucos detox, as sopas de legumes e os chás diuréticos e digestivos. Mesmo assim, não se pode deixar de mastigar os alimentos, pois o corpo nem sempre reconhece o que é bebido. Assim, mesmo depois de beber um líquido nutritivo é possível sentir fome.

Leitura recomendada: 12 Sucos para Perder Barriga em uma Semana!

 

7. Dieta para diabéticos

Dieta para diabéticos

A Dieta para diabéticos também tem como prioridade reduzir os carboidratos do cardápio, porque esse nutriente é o responsável por subir os níveis de açúcar do sangue. Resumidamente, quem tem diabetes, não consegue controlar esses níveis, como uma pessoa que não possui a doença consegue fazer, por meio do hormônio insulina que produz.

O melhor para os diabéticos são os alimentos de baixo índice glicêmico. É o caso da batata-doce, oleaginosas (feijão, ervilha, grão de bico), cenoura e amendoim e algumas frutas. Assim, mesmo possuindo carboidratos, esses alimentos liberam pouco açúcar no organismo e podem ser consumidos. Porém, o mais seguro é conversar com o médico para seguir a dieta certa.

 

8. Dieta japonesa

Dieta japonesa

Existe ainda a Dieta japonesa, que embora tenha esse nome não se inspira no cardápio do povo japonês, o que até seria uma boa ideia, pois o seu consumo de peixe é grande, um alimento altamente nutritivo. No entanto, é justamente ao contrário, as proteínas de origem animal não são recomendadas, bem como os carboidratos.

Dessa forma, a dieta indica apenas o consumo de vegetais, chás e água, o que deixar o cardápio extremamente restrito e perigoso à saúde. Quando o corpo não recebe as quantidades de proteínas necessárias os danos aos músculos podem ser permanentes.

Para compensar essa perda é importante ingerir em quantia suficiente as proteínas de origem vegetal, como é o caso das leguminosas. Além disso, essa dieta indica fazer apenas três refeições por dia, sendo que o melhor é comer de cinco a seis vezes por dia, em porções menores.

 

9. Dieta Atkins

Dieta Atkins

A Dieta Atkins é outro método mais completo, pois conta com quatro fases, no entanto, se assemelha a outras dietas restritivas em relação aos carboidratos que devem ser substituídos pelo maior consumo de proteína e gordura.

A Fase de Indução, que deve durar 15 dias, é quando não se pode comer mais do que 20g por dia de carboidrato, a fim do corpo iniciar o processo de cetose. A fase da Perda de Peso constante é mais longa, sendo que aqui o consumo de carboidratos é um pouco maior, com um acréscimo de 5g por semana, o que pode ser feito com a ingestão de alguns vegetais.

A terceira fase, a Pré-manutenção, são 10g de carboidratos acrescidos à dieta por semana. Na última fase, de manutenção, é possível ter um cardápio mais livre, mas seguindo o que foi aprendido até o momento, para manter o peso. Aqui, a duração é permanente. Em todas as fases é recomendado beber muita água.

 

10. Dieta do tipo sanguíneo

Dieta do tipo sanguíneo

A Dieta do tipo sanguíneo difere mais das outras, porque não restringe nutrientes de forma geral, mas indica aos seus adeptos que prefiram alguns alimentos em relação a outros, conforme o seu sangue. Isso porque se acredita que conforme o tipo de sangue as pessoas tenham mais propensão a desenvolver algumas doenças e o cardápio certo pode evitá-las.

Desse modo, é possível resumir, dizendo que quem tem sangue tipo O precisa ingerir proteínas animais, a fim de evitar problemas como úlceras e gastrites, por causa da sua alta produção de suco gástrico. Por outro lado, quem tem sangue A deve evitar o consumo de proteínas animais, já que a produção de suco gástrico é menor. Um cardápio vegetariano é o ideal.

Para o tipo B a dieta é mais variada, inclusive, com o consumo de laticínios em geral, pois seu organismo tolera bem esse grupo alimentar. Por fim, para o sangue AB o melhor é ter uma alimentação equilibrada, comendo um pouco de tudo.

Agora que você já viu inúmeros exemplos de dietas para emagrecer rápido e perder barriga pode escolher qual o tipo que mais combina com as suas preferências e necessidades. No entanto, não se pode perder de vista a necessidade de uma alimentação rica em todos os nutrientes que os alimentos oferecem.